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Ecad arrecada quase R$ 1 milhão em 2010

O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) Regional do Triângulo Mineiro arrecadou somente em 2010 R$ 976 mil, com shows, eventos e execução de músicas. O escritório da região do Triângulo Mineiro é representado pelo gerente Enio Fernandes Medeiros, que admite não ter muitos problemas, afirmando que Uberaba é uma cidade com grande potencial para a arrecadação. Ele afirma que as leis são muito claras e as pessoas já se conscientizaram de que o não-cumprimento pode levar a medidas judiciais para a defesa do interesse dos compositores.
Enio informa que o direito autoral é pago pelo estabelecimento ou promotor do evento que esteja executando a música, seja um show ou uma loja de roupas. “Existe uma tabela de preços para cada local. A música tem um peso para cada estabelecimento. A boate paga um preço maior do que uma loja de sapatos ou roupa”, explica.
O representante ainda explica que o Ecad, cada vez mais, tem se profissionalizado com pessoas mais preparadas num trabalho que já dura 33 anos. “Muita coisa mudou. Hoje temos uma distribuição mais justa, porque dispomos de aparato tecnológico de captação das músicas tocadas”, completa. Em Uberaba, há quatro anos o Ecad é representado por uma agência credenciada.
Enio deixa claro que a autorização para a execução de música tem que ser feita, já que ela é patrimônio que pertence a alguém.
Outro fato importante ressaltado por Enio é que muitos artistas locais são também contemplados com a arrecadação e cita exemplos como Alexandre Pires, Victor e Léo, Flávio (da dupla Flávio e Henrique), que recebem pelas composições. “Os direitos autorais são uma herança legal, que perdura por 70 anos depois da morte do compositor”, diz.

Brasília, 29 de janeiro de 2011
Jornal da Manhã – Uberaba – Uberaba/MG
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