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Estudo aponta baixa participação brasileira em patentes para tratamento de câncer

Um levantamento produzido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) em parceria a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontou que o Brasil contribui com aproximadamente3%dos depósitos de pedidos de patente para tratamento de câncer no mundo. A pesquisa tinha como proposta delinear o cenário das tecnologias associadas a câncer de mama, de pulmão, de próstata e de útero e os principais depositantes das respectivas patentes. Foram analisados 2.916 patentes entre 2001 e 2011. A pesquisa revela ainda que a maioria dos profissionais brasileiros proponentes das patentes trabalham em instituições no exterior. Das 91 patentes depositadas no Brasil, apenas três foram de entidades locais: uma da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para o câncer de mama; outra é da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para câncer de próstata; e a terceira da Universidade Federal de Uberlândia, em parceria com a Fundação de Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), também para câncer de próstata. Segundo o estudo, a baixa quantidade de pedidos de patente depositados por instituições nacionais não são necessariamente resultado de pouca atividade de pesquisa e desenvolvimento (P&D) em câncer no País.O levantamento destaca que para entender a extensão total de P&D na área, é preciso analisar os trabalhos científicos brasileiros, o que está fora do contexto da pesquisa.

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