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Parcerias em nanotecnologia entre Brasil e China devem ser aprofundadas, diz coordenador do CNPEM

Nas últimas décadas, Brasil e China têm apostado amplamente na cooperação tecnológica. Agora, um dos novos focos da parceria é no setor de nanotecnologia, com o estímulo a projetos conjuntos e no envolvimento de empresas que trabalham com este tipo de tecnologia, além de desburocratizar procedimentos. Esta é a análise do coordenador-geral de Micro e Nanotecnologias do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Flávio Pentz.

Especialistas brasileiros e chineses se reuniram na semana passada no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CPNEM), em Campinas (SP), para debater os próximos passos do Centro Brasil-China de Pesquisa e Inovação em Nanotecnologia (CBC-Nano) e como a parceria pode contribuir para o aumento da qualidade de vida das populações dos dois países.

É preciso facilitar a participação das empresas nos projetos. Destaco também a necessidade de reforçarmos a proteção da propriedade intelectual quanto à geração de inovações que sejam implantadas em conjunto pelos dois países , afirmou Flávio Pletz.

A expectativa do dirigente é que, após o seminário, aumente a interação entre os pesquisadores das nações e o intercâmbio de profissionais e estudantes en-tre os centros de pesquisa, tanto do Brasil quanto da China.

Nesta reunião de Campinas, quatro grandes temas foram abordados: nanodispositivos e sensores para meio ambiente, alimentação, saúde e agronegócio; nanomedicina, nanotoxicologia, nanopartículas e nanomateriais para aplicações na área da saude; materiais avançados para remediação, descontaminação e tratamento ambiental; e nanofabricação, nanoprocessamento, caracterização e análises de nanomateriais e nanocompósitos.

 

Fonte: abpi.empauta.com

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